Não se governa um país como companhia

Uma patranha repetida milénio vezes toma status de verdade. Uma verdade meio torta, vá lá, porém toma. Até aí tudo muito, magra inovação para o lente. O risco, porém, é o passo seguinte. Aquele quando as pessoas passam a consistir suas resoluções em cima destas verdades tortas. Resoluções cheias de atitude porém com frágeis raízes em seus fundamentos , então, com poucas chances de sucesso. Um bom é o noção da tendência de que um país deve ser gerido com companhia, repetido a torto a recta pelos “neoliberais” de plantão.

 

A fórmula é fácil: privatizar o que for provável, utilizar a meritocracia ao funcionalismo público, fechar os programas de transferência de renda, fabricar um envolvente opositor entre empresas desapertar as menarquia trabalhistas entre empregados empregadores. O resultado: lucros recordes para o país uma sociedade mas combate próspera. Quando menos na visão dessa turma.

 

Verdadeiramente as medidas tenderiam, no limitado prazo, a aumentar os resultados fiscais do país , possívelmente, dariam alguma injeção de ânimo na atividade econômica. Diversos deles me parecem sim, em qualquer intensidade, fazer sentido. Porém o resto? Todo o resto que o país precisa. Viria a reboque? Finalmente um país mas rico significa um país melhor para o mundo inteiro, correto? A resposta é: depende.

 

Depende de como esse processo de enriquecimento acontece. Se acontece simplesmente mirando o aumento do PIB a eficiência da máquina pública, ignorando as outras variáveis, deve até prosperar a vida do pessoal que curte passar as folga em Miami, porém corre o risco de ampliar o abisso que separa os mas ricos dos mas pobres do país.

 

Em operação numérico aprendemos que, ao averiguar uma equação com varias variáveis, devemos eleger aquela que desejamos maximizar para derivarmos todas e cada uma das outras em função dela. Vamos poder até gerar limites onde as outras podem oscilar, porém aquela que desejamos maximizar é unicamente uma. No caso de um país é um erro selecionar a variável “lucro” como aquela a ser maximizada.

 

O meta correto é a “qualidade para toda a vida” da população. É ela que deve ser máxima como resultado da equação que pondera todas e cada uma das outras variáveis sob controle de um governo. O que, vejam muito, não quer dizer que devemos a variável “lucro” oscilar livremente. Esta deve ser constrita a um pausa quando nunca crie um desregramento das contas públicas impedindo o desenvolvimento sustentável de longo prazo do país.

 

Empresas podem optar os produtos ou serviços que desejam oferecer a seus compradores. Podem tira-los de suas prateleiras também muito entenderem. Podem focar no público que quiserem: homens, pequenos, mulheres com mas de 40, baixa ou subida renda. Podem vedar as portas nos feriados funcionar somente nas altas temporadas. Vale tudo para remunerar da melhor forma o grana dos sócios. tudo isso é legítimo, por fim objetivo termo de companhia é o lucro.

 

Um governo por sua vez deve governar para a humanidade. Não deve selecionar gênero ou nível social. Nem conformar somente os que fazem a conta tapar. Se uma novidade doença atinge unicamente poucos milhares de cidadãos, possívelmente sua prevenção dará prejuízo aos cofres públicos. Deve ser feita conquanto. o mesmo vale para outras atividades que não infalivelmente dão lucro, porém se refletem em qualidade para toda a vida para a população. Como por ex investimentos em esporte, cultura busca científica.

 

Para governar para toda gente um país deve ser representado por toda gente. Ter em seus quadros homens, mulheres, brancos, negros, representantes dos empresários, do meio científico da nível trabalhadora. , naturalmente, qualquer um deles deve ser impecável no seu objecto. Técnico, com reflexão, que saiba dialogar, honesto realizador.

 

Entenda a premência da máquina pública ser eficiente, não apinhar prejuízos, traçar orçamentos factíveis ter bom ação de planejar. Asemelhava a difícil encontrar alguém deste modo para qualquer pasta? Não me asemelhava a. Em meio a duzentos milhões de pessoas, tenho que elas existem.

 

O país precisa conceder lucro, é verdade. A política econômica do país é certamente um dos primordiais pilares para o desenvolvimento sustentável de longo prazo. O estabilidade fiscal definitivamente acelera o desenvolvimento contribui para um envolvente mas propicio para se buscar justiça social possibilidades para toda gente.

 

Porém há bastante mas do que isso. , de modo infeliz, a turma que só esta preocupada com a próxima viagem pra Miami, possui complexidade em ver isso. Só esquece que de antemão de fugir para ter qualidade para toda a vida lá, deveria cobrar qualidade para toda a vida cá, onde mora.

 


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